O LADO NEGRO de BOM NOME
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Despedir é do mais fácil que se pode fazer em Portugal. Basta informar verbalmente. Mesmo com contrato de trabalho, a certeza é de que é possível «deitar fora pessoas» com toda a impunidade. Se recorrer à Justiça, pode só chegar a tribunal dois anos depois. Verá a empresa mudar de morada e de nome várias vezes, alterar a composição societária, alienar equipamento, dissipar património, numa sucessão alargada de ilicitudes e fraudes. Os Casos 1, 2 e 3 descritos nesta obra são exemplos simples da inoperância do sistema regulador e judicial. Ter bom-nome em Portugal é fruto do investimento na aparência, subvertendo nos actos todas as normas e regras instituídas, morais e legais.
O livro é uma coletânea de contos inéditos que comungam da ruralidade de um interior agreste onde a dureza da vida se traduz numa labuta constante para tirar da terra o sustento. Numa linguagem de cariz regional sem hermetismos, a autora pinta quadros das nossas aldeias, desenhando vivências enriquecedoras da cultura local.
A Lenda do Poço de Ferro
O vinho, juntamente com as bonitas encostas que o produzem, são a justificação da marca distintiva da bonita região do Douro. As suas aldeias, vilas e cidades, são também um verdadeiro alfobre dum riquíssimo património imaterial, feito de tradições, saberes, lendas, mitos e personagens cheios de história. Ao longo de gerações que percorreram vários séculos, a lenda do Poço de Ferro manteve-se viva na tradição oral, povoando o imaginário de quantos nasceram e cresceram na pitoresca e pacata aldeia duriense de Granja do Tedo. Remontando ao tempo em que os celtas ali se terão entregue ao laborioso amanho e exploração da Mãe-Natureza, que adoravam e tão bem sabiam trabalhar, a história foi construída à volta dos hábitos e costumes deste povo, centrada num amor que culminará na tragédia que marcou o Poço de Ferro como lugar onde se misturam o respeito, a força da natureza e a fatalidade.
Et Al. é um livro que cruza existências, baralha-as e, afinal, tudo se resume a...um só ser, a uma só entidade que é muitas e, talvez, não seja até nenhuma. Por isso apresenta-nos uma visão caleidoscópica da realidade que nos rodeia, que nós conhecemos e sentimos, mas que não sabemos traduzir em palavras. O EU feminino fragmentado do narrador vai rodopiando e assumindo pontos de vista que o enriquecem e lhe permitem o distanciamento necessário para perceber o mundo e, sobretudo, para perdoar à vida a insensibilidade das suas agressões. Trata-se de um livro que penetra no âmago do ser humano e revela as verdades simples que poderiam permanecer ocultas para aqueles que se acomodam.

"AH SÃO!" - Um livro onde a Ficção e a realidade não têm fronteira.
UM ESPREITAR (pelo buraco da fechadura) PARA OS BASTIDORES...
UM MANUAL DE CONSTRUÇÃO DA PERSONAGEM...
A PARTILHA DE VIVÊNCIAS E PERCURSOS ATRAVÉS DE TEXTOS DE ATORES E REALIZADORES...

O livro acompanha o percurso da jovem Atriz "São", situação que serve de pretexto para, através de uma obra de "FicSão", se poder encontrar um Manual que se fez a si próprio ao longo da história de vida da protagonista...

Uma obra transversal, pertinente para Atores na perspetiva do coaching, fascinante para quem acompanha a arte de representar e reveladora para todos aqueles que sentem curiosidade em perceber o que acontece por trás do pano ou do écran.

O livro que faltava no mercado português.

INTIMIDADES TRAIDAS

Trata-se do primeiro romance do deputado Acácio Pinto. "Intimidades Traídas começa e acaba numa sala médica, em que se tentam expiar pecados próprios e alheios. é um tempo perturbado este, de perturbações várias, de mudanças de paradigmas de vida, é um tempo de tormentas públicas e privadas, em que o mundo gira depressa demais e, às vezes, só conseguimos ver pequenos fragmentos sem percebermos toda a continuidade e todas as consequências." (in Prefácio de Júlio Magalhães).

Violeta do Sol

Uma história de amor entre uma menina e o Sol, uma história de cumplicidade, uma história entre «pai» e «filha», para pais e filhos de todas as idades. Este é, em resumo, o chão onde floresce a narrativa do mais recente livro com a chancela da Edições Esgotadas, intitulado «Violeta do Sol». Trata-se da primeira obra de Marta Marques, uma jornalista de 37 anos apaixonada pela literatura infantil, cuja escrita proporciona uma leitura simples e lúdica para os mais pequeninos, bem como uma multiplicidade de interpretações para os mais crescidos.

«Este livro é a concretização de um sonho que começou a ganhar forma há cerca de 11 anos, quando comecei a escrevê-lo. Um livro nunca está concluído e pode ser sempre melhorado. Neste caso, houve um longo processo de maturação. Atrevo-me a dizer que esta obra escolheu o momento certo para saltar para as bancas», diz Marta Marques, licenciada em Marketing e Publicidade, com uma sólida carreira em agências de comunicação, jornais e revistas dos mais diversos quadrantes. «Violeta do Sol» resulta ainda de uma frutuosa e longa parceria com a ilustradora Ana Cardoso, cujo traço singular confere à obra uma magia ainda mais apaixonante.

Marte contra Minerva em Moimenta da Beira. Do liberalismo contrito ao republicanismo convicto, sétimo livro da autoria do historiador Jaime Ricardo Gouveia (investigador do Instituto Universitário Europeu) é o livro oficial das comemorações do centenário da Implantação da República em Moimenta da Beira, edição das Edições Esgotadas e do Município que conta com prefácio do Prof. Doutor João Pedro Cunha Ribeiro (Professor Universitário) e posfácio de D. António Rafael (bispo emérito de Bragança Miranda). Trata-se de um estudo com incidência no germinar das ideias republicanas em Moimenta da Beira até aos nossos dias. Com acolhimento preferencial das lutas, debates, polémicas e embates entre republicanos e monárquicos, trata-se de uma obra que inicia a sua abordagem nas invasões francesas que passaram por Moimenta da Beira e analisa o consequente irradiar dos ideais franceses saídos da revolução que iriam estar na origem dos ideais liberais e posteriormente na implantação da República em Portugal. Numa análise que entremeia a investigação histórica rigorosa nacional e local, o livro desdobra-se em analisar os “bastidores” da implantação do regime republicano em Moimenta da Beira e os ecos que ele teve nesse universo espacial. Neste quadro, o estudo do governo camarário moimentense no aludido período, com breves biografias dos presidentes de Câmara e outras individualidades como os administradores do concelho, faz parte também desta obra. Os capítulos finais dedicam-se a figuras proeminentes do concelho, quer do lado monárquico quer do lado republicano.

Os dois PRECs no Distrito de Viseu

"Com uma escrita de fôlego alucinante, Jaime Gralheiro faz-nos o relato de uma experiência vivida na primeira pessoa durante o conturbado período pós 25 de Abril, em que a democracia dava os primeiros passos em Portugal. O livro é um excelente testemunho da forma como as sementes da luta contra a ditadura já germinavam por S. Pedro do Sul e pelo distrito de Viseu muito antes da Revolução dos Cravos. Como o próprio autor afirma, “se você tomou atitudes públicas (pró ou contra a Revolução), o seu nome está lá de certeza”.

Ups! Engoli Uma Estrela

"Uma jovem descobre um dos segredos maiores da humanidade: não estamos sozinhos! Mas... Será que tudo não passa de um sonho? De um conto infantil? Pode aquele ser, invisível e sábio, realmente existir?Desde o primeiro amor, ao bullying, aos medos e às inseguranças de crescer e ser, vamos percebendo que somos feitos de luz e sombra e que estes reptos podem ser ultrapassados.As aventuras de uma adolescente dão o mote para a descoberta do ser. Começando por uma abordagem terrena no primeiro dos livros, logo se vai elevando, tanto nos caminhos fantásticos da imaginação, como nos conceitos de autoajuda lecionados pelos grandes mestres da atualidade."

Ilhéu Navegante

Magistralmente prefaciado por Pedro Chagas Freitas com um “prefácio que não devia existir”, o Ilhéu Navegante de Roberto Jesus Reis traduz o que vai na alma de um açoriano que se desvenda para o leitor. Por isso, vale a pena seguir o conselho: “Esqueça tudo o que ouviu, tudo o que leu. Esqueça tudo. Abra-se para o que aí vem – para as páginas que aí vêm”.

O nascimento do terceiro filho veio mudar para sempre a vida da família Guerreiro. Inês nasceu com paralisia cerebral a 98 % e toda a atenção dos pais ficou centrada nela. Marta Guerreiro conta a história da sua família, as alterações que a sua irmã veio incutir na vida de todos e os seus sentimentos ao sentir a perda da atenção dos seus pais.

A propósito do 50º aniversário da instituição, o Centro de Tropas de Operações Especiais, Unidade do Exército Português com a missão de instrução de tropas em guerra não convencional, com sede em Lamego,  apresenta, em livro, a História das Operações Especiais, como reconhecimento a todos os que idealizaram e concretizaram a sua criação, testemunhando o esforço de quantos por lá passaram e contribuíram para o prestígio da instituição

Os Fiados nas Tabernas

Através de um estudo sociológico, com base nos antigos livros de fiados das tabernas de Rio de Onor e de Alvite, Manuel Menezes, professor na Universidade Católica, dá-nos a conhecer a realidade aldeã na década de sessenta, recorrendo a ilustrações que testemunham uma época.

Retalhos da Guerra

De uma forma simples, mas sentida, Artur Osório relata episódios reais em que foi protagonista, de 1965 a 1967, no palco da guerra em Angola. Ressalta da obra uma visão honesta que importa perdurar para se entenda o verdadeiro sentir dos portugueses que lá combatiam contra um povo que consideravam irmão.

Voz do Silêncio

A omnipresente memória das coisas vividas e o obsessivo movimento que define a poesia de Alexandra Marques deixam-nos um sabor amargo nesta voz de um silêncio que mata, que grita, que se sobrepõe a essa mesma e única voz para se revelar na sua plenitude. É como se nos poemas estivessem incrustados fragmentos de uma realidade longínqua, que ecoa no silêncio, que mesmo à memória parece estranha. É como se, nos poemas, retratássemos as fendas da realidade daquele “eu” perdido na voz do silêncio. É como se, nos poemas, encontrássemos, finalmente, aquela paz que procuramos nas perceções do real.