Retrato de Eva Friedman é uma obra de forte dimensão literária e simbólica, passada na Figueira da Foz, onde estrangeiros e crianças procuram, por um breve instante, o prazer simples de um dia de praia. Entre o mar, a areia, o sol e um gelado de baunilha, a narrativa constrói uma atmosfera de melancolia e desamparo, marcada por naufrágios, desastres e mistérios humanos. Uma obra sobre a fragilidade do instante, a passagem do tempo e as euforias que podem esconder-se por detrás da aparente serenidade de um dia de verão.