Bom dia, Dia

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São inúmeras as silhuetas neste livro de Eduardo White. A começar pela silhueta presente, constante e serena, que o distancia da agressividade. A Mãe. Hino maior que Mãe, jamais se encontrará em qualquer palavra escrita nas letras que os homens desenharam. Quando se fala de afecto, afecto está neste, neste recôndito e emocional presente que é o corpo de Eduardo White, na mistura dos sentidos que descem até ele e o transformam em maior demais para os homens.

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Lançamento Ago / 2014
Páginas 226
ISBN 978-989-8514-88-2 Categorias , Coleções ,

“São inúmeras as silhuetas neste livro de Eduardo White. A começar pela silhueta presente, constante e serena, que o distancia da agressividade. A Mãe. Hino maior que Mãe, jamais se encontrará em qualquer palavra escrita nas letras que os homens desenharam. Quando se fala de afeto, afeto está neste, neste recôndito e emocional presente que é o corpo de Eduardo White, na mistura dos sentidos que descem até ele e o transformam em maior demais para os homens.

Vulgar seria amar sem dor, sem cheiro, sem amargo, sem tato, sem a lúcida presença do fim de um orgasmo, porque é físico. Ele ama. De ser. De acabar com as palavras que definem aquele sentido. BOM DIA, DIA! Cresce no crepúsculo do mais perto de Deus.”  Inez Andrade Paes, in Prefácio

Peso 360 g
Dimensões (C x L x A) 13 × 1.5 × 24 cm
Editora

Edições Esgotadas

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