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José Luís Outono e José Gabriel Duarte


 José Luís Outono, Lisboeta por nascença, nesta capital, cresceu, cimentou e criou raízes.

Com formação na área de marketing, em fotografia e cinema, foi bolseiro em Roma, com estágio na RAI.

Desde cedo, a escrita e a pintura foram as suas disciplinas da comunicação. Mais tarde, a fotografia e o cinema foram o eco da sua criatividade e, ainda, lembra com saudade tempos do analógico…

Realizador, locutor, docente, fotógrafo, pintor e escritor, desenvolve nesta última área, a vertente da poesia, onde refere com orgulho:

-“Um verso é um poema e, um poema um livro”.

Entre fotografia, crónicas e poesia, já participou em várias coletâneas. Destacam-se os livros “DA JANELA DO MEU (A)MAR”, “MAR DE SENTIDOS” (Edições Vieira da Silva, 2011 e 2012) e “RIO DE DOZE ÁGUAS” (Editora Coisas de Ler, 2012).

No camo da fotografia, já participou em várias exposições coletiva e individuais.

Assume-se eternamente como aprendiz e amante compulsivo das artes. Neste teor de postura, aliou sempre a comunicação como forma de vida, à vida, que ainda sonha.

José Gabriel Duarte nasceu em Lisboa, foi Oficial da Armada e é licenciado em engenharia informática.

O seu gosto pela música e, em particular pela Clássica, levou-o a estudar a vida e obra de J.S.Bach e a divulga-la numa página do Facebook intitulada “A Herança de Bach”.

Na poesia, é autor do livro “No Outro Lado de Mim” (Chiado Editora, 2012) e co-autor da “Colectânea de Novos Poetas Portugueses, Palavras Nossas, Vol I”, (Editora “ A Esfera do Caos”, 2011), da Antologia “Rio de Doze Águas” (Editora Coisas de Ler, 2012) e da Antologia de poesia Contemporânea vol IV, “Entre o Sono e o Sonho” tomo II (Chiado  Editora, 2013).

Divulga regularmente a sua poesia e pensamentos através da sua página de autor no Facebook, intitulada “No Outro Lado de Mim”, criada m novembro de 2012, na qual conta já com mais de 3.000 seguidores.


Títulos publicados com a Editora Edições Esgotadas

Palavras a Preto e Branco

  "A construção de uma obra literária, de acordo com quem a concebe, obedece a normas, regras, parâmetros, grau de criatividade e de conhecimento, escolhas temáticas e estilos aplicáveis. A minha leitura de "Palavras a Preto e Branco" diz-me que a arquitectura de que é feita esta obra dispensou teses e corolários, (...)

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